A escolha começa pelo problema, não pela funcionalidade. Antes de comparar features, mapeie os 3 a 5 processos que mais consomem tempo do RH hoje e os 2 ou 3 indicadores que a diretoria cobra. O software certo é o que resolve essa lista, não o que tem o catálogo mais comprido.
Em seguida, valide três pontos não-negociáveis para o mercado brasileiro: conformidade com a LGPD (incluindo onde os dados são armazenados), aderência a eSocial e NR-1, e suporte em português com SLA contratual. Plataforma gringa traduzida costuma falhar nos três.
Conformidade LGPD e NR-1
Verifique se o fornecedor oferece DPA assinado, logs de auditoria por usuário, controle granular de permissões e datacenter no Brasil. Para NR-1, o software precisa documentar identificação de risco psicossocial e o plano de ação correspondente.
Integração com folha e ponto
O software de RH não substitui a folha — ele conversa com ela. Confirme se há export/import com seu sistema de folha (Senior, TOTVS, ADP, Solides) e webhook para que a admissão flua sem digitação dupla.
Modelo de cobrança e crescimento
Prefira cobrança por faixa de colaboradores (não por feature liberada) e troca de plano sem multa. Isso evita pagar duas vezes pelo crescimento do time.